Atleta da Áustria confirma o título Circuito Mundial de Bodyboarding em Jacaraípe

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Alexandra Rinder comemora o título do Circuito Mundial na praia do Solemar, em Jacaraípe

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Gabriel Lordello/Mosaico

Alexandra Rinder, número 2 do mundo, é a grande campeã do Circuito Mundial de Bodyboarding 2025 na categoria Profissional. A atleta, das Ilhas Canárias e que compete pela Áustria, confirmou o título nas quartas de final do ArcelorMittal Wahine Bodyboarding Pro 2025, nesta quarta-feira (17). A competição acontece na praia de Solemar, em Jacaraípe, até o próximo domingo (21).Alexandra voltou a conquistar o título após 10 anos. Em 2015, foi a mais jovem campeã mundial da história, com 16 anos, comemorando depois o bicampeonato. Agora, ganha o seu terceiro título competindo no Wahine. A bodyboarder nasceu em Las Palmas de Gran Canaria. Seu pai é austríaco e sua mãe alemã. “Muito feliz. Um sonho realizado, conquistar esse título após 10 anos. Trabalhei muito para isso, para essa realização. Agradeço a todos. Agora é comemorar”, destacou uma emocionada Alexandra.LEIA TAMBÉM: Atletas PCDs definem campeãs no Wahine Bodyboarding Pro, em JacaraípeTítulo antecipado O título mundial deste ano veio antes mesmo de Alexandra entrar no mar pelas quartas de final. Na bateria anterior a sua, estava na água a número 1 do mundo, a japonesa Namika Yamashita, que também brigava pelo título, disputando um lugar na semifinal com a capixaba Neymara Carvalho, pentacampeã mundial. Neymara fez uma bateria perfeita, conseguiu uma onda com nota 9, e venceu Namika. Além de avançar no Wahine, somando 15.65 contra 11.75 da japonesa, garantiu a conquista antecipada de Alexandra.Neymara estará na semifinal ao lado de outras duas brasileiras: sua filha e também capixaba, Luna Hardman, e a gaúcha Josilani Amorim. A portuguesa Filipa Broeiro também está no páreo. Nas semifinais, Neymara enfrentará Josilani e Luna terá Filipa pela frente.CompetiçãoO ArcelorMittal Wahine Bodyboarding Pro 2025 reúne bodyboarders de 10 países, definindo os títulos mundiais de 2025 nas categorias Profissional, Pró Júnior e Máster. Além do Brasil, competem atletas da Áustria, Chile, Espanha, Estados Unidos, França, Japão, Marrocos, Peru e Portugal. A premiação total é de 45 mil dólares (R$ 240 mil).O Circuito Mundial Feminino tem quatro etapas ao longo do ano (Agadir/Marrocos, Iquique/Chile, Sintra/Portugal e Wahine/Brasil) e distribui total de 220 mil dólares de premiação.

Fonte: noticias.ddd27.com.br

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